Mara Crochê: bolsas cheias de charme
- Sânia Fagundes

- 19 de mai. de 2025
- 2 min de leitura
“Fazer crochê é como viver, ninguém nasce sabendo. Tem pontos altos,
pontos baixos, pontos baixíssimos e correntes, mas a gente aprende a tecer.
Se fizer alguns pontos errados, não tem problema, desmancha, recomeça e
segue em frente. “ Marly Klippel
Já vou começar este post pedindo desculpas por não ter vindo encontrar vocês semana passada. As vezes, a vida embrulha. E, como todos sabem, eu também sou professora e artista plástica. É um malabarismo gostoso dar conta de tantas demandas. E amei o interesse de todos vocês pelas histórias da minha avó Geralda. Estou finalizando um livro e o outro já está a caminho, mas logo em seguida vou me concentrar na linda trajetória da minha avó.

Mas, mantendo as coisas entre família, hoje vou mostrar outra neta da Dona Geralda que, como ela, também leva a linha para passear.
Eu tenho duas colchas de crochê que ganhei da minha avó e que vão morar comigo, seja lá aonde eu estiver. Dona Geralda sempre estava com uma linha e uma agulha na bolsa. Labutava com as mãos para liberar a mente. Era o que ela me dizia.
Assim como Vó Geralda, minha prima Mara Costa é uma pessoa que faz e trabalha sempre com muita excelência. Ela mora em Dores do Indaiá. Deu aula de educação física muito tempo até de aposentar. Ela e o Fernandel, marido dela, que me ensinaram a nadar lá no Indaiá Clube. Lembro com muito carinho dessa parte da minha vida e, por causa deles, modéstia à parte, eu nado muito bem!
Agora, Mara está se especializando em fazer lindas bolsas de crochê. Cada uma mais charmosa do que a outra. Ela trouxe algumas peças para Belo Horizonte e foi um sucesso sem fim. Lógico que garanti a minha e também já encomendei outra. Ela trabalha com lindas cores e formatos diferentes. Tudo feito com muito capricho.
Por enquanto, ela não está atendendo pelas redes sociais, mas caso você queira uma dessas belezinhas, pode me mandar uma mensagem, que eu faço a ponte entre você e ela!
Agora vou andar pelas ruas de BH cheia de charme e estilo. E claro que comprei uma bolsa bem grande, que é para caber todos os meus livros favoritos.
E você, tem o costume de carregar livros na bolsa? Me conte aqui que vou adorar saber!
Forte abraço,
Sânia Fagundes





















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