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Presentes: uma das minhas linguagens do amor!

  • Foto do escritor: Sânia Fagundes
    Sânia Fagundes
  • 15 de set. de 2025
  • 3 min de leitura

“Cada pessoa é um mundo.”

Clarisse Lispector



Como minha tia Iza, gosto de presentear as pessoas que são importantes pra mim. Aposto que você está aí, com a pulga atrás da orelha, perguntando como eu sei sobre esta particularidade da minha vida?



Sei porque, além de ter lido o livro "As cinco linguagens do amor"; do Gary Chapman, eu também fiz o teste que tem no final da obra. A minha linguagem dominante é dar presentes (também tenho um pouco de toque físico!). Já falei sobre este livro aqui no blog, e acredito que, se todas as pessoas o lessem, o mundo ia ser bem mais harmonioso.

Mas como uma professora e escritora iniciante pode sair por aí presenteando os outros?

O mundo é totalmente capitalista e o salário deve ser bem valorizado. Como professora, tenho que aproveitar cada centavo que ganho e a arte me ajuda muito com este dilema. Resolvo esse impasse dando vários tipos de presentes criativos, muitos confeccionados pelas minhas próprias mãos.

Vale cartão, carta, desenhos, aquarelas, brinquedinhos comprados na banca de revista, chaveiros, lápis, caneta, adesivo, figurinha e, lógico, livros.



Não importa o valor e sim o sentimento. Mas é claro que quem quiser, vale caprichar no regalo e pedir para o vendedor da loja até borrifar perfume na embalagem. Independente do valor monetário, o resultado é sempre maravilhoso quando feito com amor!

Sei disso por causa da Maria Luiza, a tia Iza que mencionei no início do post, que era dona da "Casa da Alegria", que vivia repleta de pessoas. Ela sempre tinha muitos mimos em sua casa. Era gominha de cabelo, caixa de bombom, chaveiro, e todo tipo de coisa legal.

Tenho boas memórias disso como, por exemplo, o fato de que a minha bala favorita é a Chita - uma que tem a embalagem amarelinha, com um macaquinho desenhado. E o último presente que a tia Iza me deu foi um potinho cheio destas balinhas. Foi uma doçura misturada com amor e muito afeto. Ela, tão danadinha, sabia das minhas preferencias!

Infelizmente, a tia Iza já não está mais com a gente, mas percebo uma pessoa igualzinha a ela entre nós. É a Rafaela, minha sobrinha, que tinha uma conexão muito forte com a tia Iza.



E não é que a Rafa também gosta de presentear a todos ao seu redor? Bem, não sei se é genética ou se ela aprendeu com a tia- avó, só sei que consegue agradar a todos com os mimos. Já perceberam como sou uma tia coruja e gosto de falar dos meus sobrinhos?

O ponto é que eu tento aprender com a tia Iza e com a Rafaela, que são minhas mestras do presente. Também adoro presentear todos ao meu redor, faço listas de presentes de Natal, ensino meus alunos a produzirem seus próprios mimos pra presentear e adoro receber presentes também!



Nos últimos anos, tive a alegria de ter meu próprio acervo de presentes feitos por mim mesma, especialmente minhas publicações: "Leve a Linha", "Mãos de Vovó Laura", "Sr. Coelho" e muitas peças de arte. Para alguém com essa linguagem do amor, melhor do que apenas presentear, é poder construir o presente do zero! Espero poder continuar sendo criativa na minha demonstração de afeto!


E você? Já leu o livro do Gary Chapman? Que tipo de presente você gosta de dar e receber? Me conte aqui, que vou adorar saber!


Forte abraço,

Sânia Fagundes

 
 
 

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