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Exposição Bonecos Giramundo

  • Foto do escritor: Sânia Fagundes
    Sânia Fagundes
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

“Aceitar o erro como parte do trabalho deu-me um sentido de liberdade e

principalmente a noção de que em ARTE não se erra. O erro não pertence ao vocabulário da arte.” Álvaro Apocalypse


Fiz uma visita a “Exposição Bonecos Giramundo”, e tenho que compartilhar com vocês meu encantamento em ver tanta emoção e arte caminhando de mãos dadas nas nossas terras. Que orgulho de ser mineira! E a melhor novidade é que a exposição vai até dia 26 de abril, na Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard (Palácio das Artes) de terça-feira a sábado, das 9h30 às 21h, e domingo, de 17h às 21h, com entrada gratuita. Ou seja, se eu

fosse você não perderia por nada neste mundo.



A frase que fiz questão de escrever no começo do post é do Álvaro Apocalypse, fundador do Giramundo, e me acompanha a muito tempo.

E este conceito de arte é o oxigênio que me dá tanta força para sair colorindo o meu mundo. Obrigada, Álvaro, de coração!

A exposição mostra desde o nascimento do Giramundo no início da década de 1970 e a confluência de diferentes trajetórias de Álvaro, da transição da publicidade para a consolidação de sua carreira como artista plástico. Ele contou com a ajuda de sua esposa, Terezinha Veloso, e de sua aluna Maria do Carmo Vivacqua, para criar o grupo de teatro de bonecos.



A genialidade de cada personagem é singular, o que me fez ficar horas imersa neste mundo de narrativas. As narrativas são contadas pela presença marcante de cada figurino pensado com maestria e muita elegância. É como se você estivesse dentro daquele espaço de histórias e lendas.



Vi presença em cada boneco e intensidade nos olhares e expressões, um universo que me encantou e me encheu de emoção. E o que mais me maravilhou em toda a exposição foi a vivacidade de Dom Quixote e seu companheiro Sancho Pança. Para falar a realidade, é um dos meus personagens favoritos da literatura espanhola, pois comungo com ele o sonho

impossível da liberdade. Não sei se é porque ele tinha uma biblioteca imensa, ou porque vivia sonhando demais, ou porque ele enfatizava a importância da amizade e da persistência para manter a identidade. Enfim, só sei que nunca vi um boneco tão parecido com o personagem de Cervantes, que sempre está presente na minha memória.

O que posso deixar registrado aqui é que a exposição me fez sonhar e, ao mesmo tempo, me deixou livre naqueles breves momentos.

E você, o que sente quando encontra com tantos personagens lindos assim?

Me conte aqui, que vou adorar saber!


Forte abraço,

Sânia Fagundes

 
 
 

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